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Conheça um pouco do novo cantor do EVA
Publicado em 09/02/2013 13:45:33

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Felipe Pezzoni, soteropolitando de 28 anos, será o líder da nova formação da banda Eva, que entrará em ação na quarta-feira de cinzas, 13/02/2013. Na entrevista abaixo você poderá saber um pouco mais desse artista que estará à frente do EVA nos próximos anos.


Eva:
Como é a sua relação com a sua família?
FP:
Eles são tudo pra mim, somos muito unidos e devo tudo que sou a eles, eles são a minha melhor parte!

EVA: Você começou tocando percussão. Como foi essa descoberta?
FP: Meu pai sempre gostou de música e tinha alguns instrumentos de percussão em casa. Dentro desse universo, eu comecei a experimentar e gostei. Com apenas 13 anos eu comecei a tocar na banda de um amigo (Banda Séculos).


EVA:
Com 15 anos você tocou em que banda para substituir o cantor? Como aconteceu isso?

FP: O nome da banda era “Travados na Bizzarra” risos… Era composta por amigos de surf da Praia de Ipitanga. Éramos todos amadores e nos divertíamos muito. Logo nos primeiros ensaios o cantor precisou se ausentar por algum motivo que não me recordo e como eu tocava percussão e fazia backing, eles me colocaram provisoriamente como cantor. Ele nunca mais apareceu e desde então nunca mais parei de cantar.


EVA:
Você teve uma passagem no forró. Como foi essa experiência?

FP: Quando eu estava perto de completar 18 anos recebi o convite pra fazer um teste na banda de forro Melaço de Cana e passei. A banda tinha uma estrutura muito boa com ônibus próprio e viajava com bastante equipamento de iluminação, cenário e rodava muito. Foi onde comecei a ganhar meus primeiros cachês como cantor. Depois de um tempo recebi o convite para a banda Colher De Pau. Trabalhei bastante nesse período, chegando a fazer 5 shows em um dia durante o mês junino. Meu recorde até hoje. Quando meu contrato acabou eu já sabia exatamente o que eu queria fazer, queria voltar a cantar o meu axé.


EVA:
Cantou na OBA? Conte um pouco sobre esse período.

FP: Quando saí da Colher de Pau recebi o convite de Armando Liborio e Jonga Cunha para fazer alguns shows com a OBA (Orquestra Brasileira de Axé) para substituir Renan Ribeiro, que por algum motivo não poderia fazê-lo. Depois desse show passei a ser parte integrante da Orquestra, junto com Renan. Mesmo não passando muito tempo por lá, considero que foi bastante enriquecedor para a minha carreira poder tocar com aqueles músicos excepcionais.


EVA:
Como foi a tão desejada volta ao Axé?

FP: Quando ainda fazia show com a Oba recebi um convite para cantar na banda Capitão Axé. Passei 4 anos na Capitão, dividindo palco com outra cantora. Viajei quase todo o Brasil e tive a oportunidade de abrir grandes shows. Participamos também de eventos importantes como a Festa de Peão de Barretos, Pré-Caju e Festival de Verão.


EVA:
Fale um pouco sobre o trabalho autoral que incentivou a criação da banda Mil Verões. Como surgiu esse desejo?

FP: A Capitão foi uma grande escola pra mim, mas como a maioria das novas bandas de axé não tinha muita personalidade, não tinha um trabalho autoral e se limitava a tocar o que o mercado demandava. Quando meu contrato estava próximo de expirar, eu comecei a fazer um som paralelo de Pop “Guaraná Café”, chegando a me apresentar em algumas casas de show daqui de Salvador. Depois que me afastei da Capitão de vez, marquei uma reunião com Marcelinho pra ver a possibilidade de gravar com ele. De imediato percebemos uma grande compatibilidade de ideias. Assim como eu, ele também queria fazer algo novo e autoral, na contramão do que o mercado estava fazendo. Decidimos montar uma sociedade e começamos a produzir nosso primeiro CD. Utilizamos as coisas que eu tinha produzido e  Marcelinho otimizou todo o trabalho. Contamos sempre com a ajuda incondicional de seu pai, Marcelão Oliveira (técnico de som de Tuca Fernandes). Gravamos nosso primeiro CD no estúdio WR, lançamos a Mil Verões e esse primeiro álbum foi elogiado publicamente pela cantora Cláudia Leitte e Tuca Fernandes. Recebi nesse período também propostas para as bandas Chica Fe e Babado Novo. Quando estávamos próximo de terminar nosso segundo álbum composto de 16 faixas autorais e com a participação de Magary, Tuca e Armandinho, conhecemos Ricardo Martins, um dos diretores do Grupo Eva.


EVA:
Como está a sua cabeça com essa oportunidade que surgiu de assumir a banda Eva?

FP: Minha cabeça está a mil. Eu estou amarradão com tudo isso que está acontecendo. Vou trabalhar duro pra honrar toda essa confiança que estão depositando em mim.
EVA: Você tem consciência de que a banda Eva tem um repertório enorme e de sucesso, né? Portanto, muitas delas deverão estar no repertório dos shows após o carnaval. Quais são as músicas do Eva que você mais gosta e se identifica?

FP: Sim e acho isso ótimo. Um problema que tínhamos na Mil Verões era a elaboração de repertório pra saber o que funciona ou não e tal… A obra do Eva é linda e o mais legal é que eu me identifico com quase tudo. “Eva” é uma música mágica e eu gosto muito dela.
EVA: E o seu coração com essa novidade em sua vida? Está feliz? Animado?

FP: Muito! Trabalhei minha vida inteira pra ter uma oportunidade como essa! Esto me sentindo realizado!


EVA:
Apesar de saber que as coisas sempre vão acontecendo aos poucos e com muito trabalho, o que pretende fazer para manter o histórico de sucesso do Eva?

FP: Trabalhar com verdade musical sempre. Vou poder contar também com todo profissionalismo e talento de Marcelinho Oliveira e toda a equipe. Vamos compor bastante também! Vou cantar com o coração e com a alma.


EVA:
O que você acha sobre a relação do artista com os fãs? Como pretende agir com o público que já segue o Eva há muitos anos?

FP: Acho linda essa relação. Vou ter o mesmo carinho e respeito que terei com a obra musical do Eva.

Fonte: Assessoria de Imprensa
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