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Já imaginou música baiana com eletrônica? Em parceria inédita, Santti, Banda EVA e Turkez mostram que essa mistura pode dar muito certo
Publicado em 07/12/2018 17:24:47

Com gêneros tão distintos, Santti, Banda EVA e Turkez lançam a música “Rede” trazendo a união do ritmo baiano com as batidas da música eletrônica. Disponível em todas as plataformas digitais a partir do dia 07 de dezembro, a música será lançada pela Sony Music e promete embalar o verão de muita gente por conta de sua originalidade.

 

“Eu espero ver todo mundo cantando no trio no Carnaval de 2019” comenta o Dj e produtor musical, Santti.

É inevitável não se assustar com a proposta dessa mistura de estilos, de um lado a música baiana com toda a sua tradição, surgido nas manifestações populares do carnaval de Salvador trazendo referências do frevo pernambucano, ritmos afro-brasileiros, reggae, merengue, forró, maracatu e outros afro-latinos. E de outro, a música eletrônica, típicas da região Sul e Sudeste recheadas de sintetizadores, elementos eletrônicos e batidas produzidas em estúdio a fim de agitar as pistas de dança. Felipe Pezzoni, vocalista da Banda EVA, comenta sobre o resultado dessa mistura, “Acho sensacional, eu amo essas fusões rítmicas, a música tem uma vibe incrível. Mesmo sendo eletrônica ela se tornou uma coisa do carnaval, trazendo a questão da rede que é símbolo tipicamente baiano.”

O DJ e produtor musical, Santti, acredita que a participação da Banda EVA foi importante para o resultado tão plural que a track tem, ele comenta “Quando o Turkez me mandou o vocal, eu curti muito a vibe, me lembrou muito o verão. Por ser uma música totalmente temática de carnaval e Salvador, a Banda EVA transformou totalmente a música no que esperávamos que fosse. Tentei trazer influências da música eletrônica, mas sem descaracterizar essa vibe brasileira. Me surpreendi com a fluidez dos gêneros juntos, estou bem feliz com o resultado.”

 

A expectativa dos artistas está grande, “Rede” tem tudo para ser um sucesso do Carnaval no país inteiro em 2019. Não é a primeira vez que a Banda Eva prestigia o gênero eletrônico, em 2017, o Bloco EVA recebeu o DJ Vintage Culture no seu desfile em Salvador, sendo um sucesso para o público. “A música tem um potencial incrível, tenho certeza que vai dar o que falar. A gente já se imagina tocando esse hit nas festas de final de ano, nas belas praias do Brasil e nas pistas de festas e clubes, acreditamos que vai performar muito bem.” conta Felipe Pezzoni.

 

Produtor de música eletrônica há dez anos, Lucas Lorenzetti, o SANTTI, se tornou uma das grandes promessas para 2018. O Dj revelação se destaca pelas parcerias com grandes nomes do cenário eletrônico, como: Vintage Culture, no remix oficial de “Céu Azul” para CBJR, “Sunshine”  e “Sober” com Cat Dealers, soma números impressionantes nas plataformas de streaming e tocou no festival “XXXperience” e no club “Laroc”. E não para por aí, SANTTI se destaca no cenário por ser multi instrumentista: toca guitarra, bateria, baixo e violão,  além de, claro, cantar. ..

 

SOBRE A BANDA EVA

 

Com quase 40 anos de história, a Banda EVA é conhecida pelos seus hits e sua capacidade de se reinventar, além de fazer releituras de grandes músicas. Apesar de ser considerada um dos principais grupos de música baiana do país, a banda tem um DNA pop e mescla diversos ritmos em seu repertório, que ajudou a preparar grandes nomes da música baiana, como Daniela Mercury, Durval Lelys, Ivete Sangalo e Saulo Fernandes. Desde 2013, o grupo é comandado pelo cantor Felipe Pezzoni, que já realizou shows por todo o Brasil e em Miami, com o projeto EVA Sunset. Em 2018, Banda EVA é composta por Felipe Pezzoni (voz), Jorginho Sancof (guitarra), Cuca (percussão), Hugo Aragão (percussão), Maxwel Fragoso (metais), Cristiano Ferreira (baixo), John Lira (bateria) e Marcelinho Oliveira que, além de tocar teclado e violão, é o diretor musical da banda, responsável pela identidade musical que ela possui hoje.

 

SOBRE FELIPE PEZZONI

O baiano, de 32 anos, começou a ter contato com a música muito cedo por causa de seu pai, que sempre teve muitos instrumentos de percussão em casa e tocava por hobby. Aos 13 anos, tocou percussão na banda de um amigo e, aos 15, substituiu o cantor em outro grupo. De lá para cá, nunca mais parou de cantar, passando por diversas bandas de forró, pop e axé, até chegar à Banda Eva.

 

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